TIC E
GERAÇÃO DIGITAL
É inegável afirmar a abrangência da tecnologia no contexto atual. Vivemos
hoje a chamada “GERAÇÃO DIGITAL”, o acesso à tecnologia é visto e administrado
até mesmo por crianças, que rapidamente aprendem a lhe dar com esse mundo tecnológico
e eletrônico. Não é possível visualizar a vida de um estudante sem a
interferência e por que não a dependência do mundo virtual. Os jovens estão
conectados diariamente a tecnologia e as redes sociais, e vale salientar que
não é necessário ter um PC para fazer isso, a comunicação e acesso a tecnologia
estão na palma das mãos, em um simples celular.
Com tanta tecnologia em mãos, em fração de segundos imagina-se a gama de
informações obtida por esses usuários, mas a realidade difere do que se pensa.
A geração virtual em sua grande maioria não utiliza a tecnologia como
ferramenta para construção e obtenção
de saber.
Tendo como objetivo associar a
tecnologia da informação à educação e mudar essa realidade, algumas
instituições escolares aderiram as TICs(Tecnologia
da Informação e Comunicação) nas salas de aula, visando dar pulos de qualidade
e criatividade ao cotidiano escolar e a aprendizagem dos alunos.Mas, vale
lembrar que integrar não é somente utilizar estas diversas mídias em conjunto
com as atividades dos alunos e sim agrupar os objetivos didáticos existentes à
estas mídias, desenvolvendo novos aprendizados, construindo uma experiência
rica e consistente.
Em muitos
países essa experiência foi enriquecedora, como é o caso do Japão, onde estudar
em rede virou uma febre, os estudantes são estimulados a trocar informações
entre e si e a trabalhar em equipe, o que alavancou a aprendizagem.
No Brasil o
Governo Federal “investe” na implantação tecnológica, mas a situação difere de
instituição para instituição, poucas instituições obtém êxito pelos mais
variados motivos,desde despreparo de alguns profissionais à falta de segurança oferecida aos computadores pelas
escolas públicas, alvos frequentes de roubos e assaltos.
Apesar de
tantos empecilhos e dificuldades é possível afirmar que o computador pode funcionar
como um poderoso estimulador da aprendizagem, e sua contribuição é
relevante a sala de aula, mas depende de como se faz o uso dessa tecnologia.
Deixando claro e evidente que: “O computador
não educa, ensina”.







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